E que sentimos quando surge uma terceira pessoa, que rompe esta cumplicidade silenciosa? A fronteira dum abismo de desespero?
Quando ela surge...agora sim, está-se sozinho.
Uma cicatriz dilacerada, uma ferida aberta, uma dor de fundo, que ensombra a nossa vida. Supura um pus que envenena subtilmente os nossos melhores momentos, as nossas melhores relações...
* Este Blog: um mural de reflexão * Em que me vou conhecendo melhor, e partilhando este processo.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Pelo canto do olho...
E porque conhecemos as mesmas pessoas, e porque frequentamos os mesmos locais: fatalmente nos reencontramos. E o esforço que nós fazemos para não cruzar o olhar; para não falar um com o outro; para não ficarmos a sós.
Nesta cumplicidade silenciosa, existe o conforto da presença do outro, e especialmente sabermos que não tem alguém. Será que ainda crepita uma secreta esperança nas cinzas que ficaram?
Pelo canto do olho...olhamo-nos através dos espinhos.
Nesta cumplicidade silenciosa, existe o conforto da presença do outro, e especialmente sabermos que não tem alguém. Será que ainda crepita uma secreta esperança nas cinzas que ficaram?
Pelo canto do olho...olhamo-nos através dos espinhos.
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