E que sentimos quando surge uma terceira pessoa, que rompe esta cumplicidade silenciosa? A fronteira dum abismo de desespero?
Quando ela surge...agora sim, está-se sozinho.
Uma cicatriz dilacerada, uma ferida aberta, uma dor de fundo, que ensombra a nossa vida. Supura um pus que envenena subtilmente os nossos melhores momentos, as nossas melhores relações...
* Este Blog: um mural de reflexão * Em que me vou conhecendo melhor, e partilhando este processo.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Que será feito delas?
Às vezes penso nisto: terão alguém que as abrace, pelo menos como eu as abraçava? Alguém que as beije, pelo menos como eu as beijava? Será que?...
O sentir a falta da outra pessoa...não a encontrar nos sítios onde nós íamos...Mas tudo nos fala dela: a imagem que explode no nosso pensamento a cada episódio recordado, as pedras onde nos sentámos, até a voz dos Cisnes parece contar a nossa história.
Ela não está, mas se estivesse, seria que o nosso olhar se cruzaria? Seria como dantes?
As cicatrizes são como lâminas de aço frio, que tudo apagam, tudo extinguem.
O sentir a falta da outra pessoa...não a encontrar nos sítios onde nós íamos...Mas tudo nos fala dela: a imagem que explode no nosso pensamento a cada episódio recordado, as pedras onde nos sentámos, até a voz dos Cisnes parece contar a nossa história.
Ela não está, mas se estivesse, seria que o nosso olhar se cruzaria? Seria como dantes?
As cicatrizes são como lâminas de aço frio, que tudo apagam, tudo extinguem.
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