Este fim de semana, dei um passeio para arejar um pouco.
No meu deambular, passei junto a uma senhora que estava com uma criança, à beira de um lago, onde havia diversas aves aquáticas. A senhora pegava em algo de um saco e dava para a mão da criança, que depois dava às aves do lago.
E eu recordei a minha aprendizagem deste processo. E interroguei-me:
Que rito será este, que passa de Geração em Geração? O que é de facto transmitido?
* Este Blog: um mural de reflexão * Em que me vou conhecendo melhor, e partilhando este processo.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Tesouros da infância
Aprendera eu, ainda na minha infância, e pela mão do meu venerável avô, a visitar os animais que vivem nos lagos dos espaços ajardinados da cidade. Para além do recreio do passeio e da boa conversa, motivava-nos a partilha de alguns bocados de pão com toda aquela bicharada...
Aconteceu que o tempo passou, e o meu avô partiu deste mundo, mas deixou-me este rito, que também é recordativo dos bons momentos que passámos, e que perpassando no tempo, ainda reverbera nestes dias em que ainda vivo nesta terra.
Entretanto "iniciei" outras pessoas, que eram meus colegas, e que apesar da reconhecida infantilidade do gesto, que para eles não era um rito, nele acabaram por manifestar grande gozo. E em breve, eram eles a recordar que deveríamos guardar alguns bocados de pão do nosso almoço, para que na nossa passagem pelo lago, os déssemos à bicharada, que com o tempo parecia já nos reconhecer...
(Vocês haviam de se deliciar a apreciar o entusiasmo e a alegria de três indivíduos, já com alguma idade, a partir o pão e a atirar para os patos, cisnes, e outros!...)
Atenção às referências da infância!
São como tesouros que nos puxam para nós próprios...
Aconteceu que o tempo passou, e o meu avô partiu deste mundo, mas deixou-me este rito, que também é recordativo dos bons momentos que passámos, e que perpassando no tempo, ainda reverbera nestes dias em que ainda vivo nesta terra.
Entretanto "iniciei" outras pessoas, que eram meus colegas, e que apesar da reconhecida infantilidade do gesto, que para eles não era um rito, nele acabaram por manifestar grande gozo. E em breve, eram eles a recordar que deveríamos guardar alguns bocados de pão do nosso almoço, para que na nossa passagem pelo lago, os déssemos à bicharada, que com o tempo parecia já nos reconhecer...
(Vocês haviam de se deliciar a apreciar o entusiasmo e a alegria de três indivíduos, já com alguma idade, a partir o pão e a atirar para os patos, cisnes, e outros!...)
Atenção às referências da infância!
São como tesouros que nos puxam para nós próprios...
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